Mostrar mensagens com a etiqueta Química. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Química. Mostrar todas as mensagens
Nike lança uniformes das selecções nacionais de futebol projectados para melhorar o desempenho e reduzir o impacto ambiental.




A Nike apresentou os novos uniformes das seleções nacionais, com a presença de vários jogadores, em Battersea, Londres.

Pela primeira vez, todas as seleções da Nike, inclusive a do Brasil, Portugal e Holanda, usarão camisas inteiras de poliéster 100% reciclado, produzidas com oito garrafas de plástico recicladas.

Para produzir os conjuntos das selecções nacionais em 2010, os fornecedores de tecidos da Nike adquiriram garrafas plásticas de aterros sanitários no Japão em Taiwan e derreteram-nas para produzir novos fios, que depois serão utilizados no tecido dos uniformes.

O processo economiza matérias-primas e reduz o consumo de energia até 30%, quando comparado com o fabrico de poliéster virgem.

Usando poliéster reciclado na sua nova linha de camisas das selecções, a Nike impediu que um milhão e trezentas mil garrafas de plástico, totalizando duzentos e cinquenta e quatro toneladas de resíduos de plástico, fossem para aterros sanitários.
Essa quantidade seria suficiente para cobrir mais de 29 campos de futebol.

Se as garrafas recicladas utilizadas no fabrico das camisas fossem dispostas em filas, cobririam mais de três mil quilómetros, uma extensão superior à da costa da África do Sul.


http://www.businesswire.com/multimedia/home/20100225007161/pt/1942852/



O Prémio Nobel da Química foi atribuído ao britânico Venkatraman Ramakrishnan, ao norte-americano Thomas Steitz e à israelita Ada Yonath pelos seus trabalhos sobre a estrutura, função do DNA e a forma como este resulta na criação da vida.
Os três cientistas desenvolveram, segundo a Academia Sueca, estudos pioneiros para descobrir segredos sobre a forma como o ADN resulta na criação de vida.
O prémio Nobel da Química vai ser partilhado por Venkatraman Ramakrishnan e Thomas Steitz e pela israelita Ada Yonath por trabalhos sobre «a estrutura e a função do ribosoma», que fabrica as proteínas.
Ao demonstrarem a importância deste elemento para a criação de vida e o papel fulcral nos processos vivos de todos os organismos vivos os investigadores abriram novos caminhos para o combate de infecções no organismo como a criação de novos tipos de antibióticos.
À TSF, a investigadora Margarida Archer explicou que os estudos destes cientistas sobre ribossomas, também chamados de "fábricas de proteínas", já duram há algum tempo e podem revelar-se importantes para a descoberta de novos fármacos para combater bactérias.

De que são feitas as chicletes?

Aqui vai a resposta à pergunta que me costumam fazer nas aulas.

Originalmente as pastilhas elásticas ou chicletes eram feitas de borracha natural extraída de uma árvore chamada Sapodilla, que existe nas florestas da América Central.

Já os Maias (perguntar ao professor de História quem eram) gostavam de mascar esta goma ou borracha a que chamavam "chicle" e daí o nome de chiclet adoptado pela Adams (fabricante de pastilhas elásticas).

A partir da segunda Guerra Mundial, os químicos inventaram a borracha sintética e esta veio substituir a goma natural das chicletes.

Esta borracha sintética é fabricada a partir de outra substância (etileno) que é extraído do petróleo bruto nas refinarias.

Sim, no fundo as pastilhas são feitas apartir do petróleo assim como a gasolina, o gasóleo e o alcatrão!!



Além desta borracha, as chicletes possuem açúcares ou adoçantes, corantes, aromatizantes e glicerina que actua como amaciador para que não fique muito dura...

As chicletes não são digeridas pelo sistema digestivo e o mais certo é que se engolires uma, ela saia tal qual como foi engolida.

No entanto em casos raros, a chiclete pode ficar presa no intestino e ficar calcificada formando as pedras intestinais ou enterolitos!

Olimpíadas de Química Júnior

Foi com bastante entusiasmo que no dia 18 de Abril nós, alunos da escola EB 2e3 de Celeirós (Catarina, Daniela, Paulo, Tomás, Carla e Fábio), acompanhados pelas docentes de Físico-química (Professora Ana Cláudia e Professora Elizabete), participámos nas Olimpíadas da Química que decorreram na Universidade do Minho.

As cabecinhas frescas e prontas a dar o seu melhor, chegaram à UM por volta das 9:30H da manhã e logo foram encaminhadas para um anfiteatro para dar início às provas.

O concurso consistiu em dois tipos de provas: uma foi desempenhada num laboratório (problemas práticos) e a outra no próprio anfiteatro (problemas teóricos).

Passadas 2 horas intensivas de provas e com os olhos trocados de tantas pipetas e provetas, o cansaço e o apetite eram notórios, altura então para almoçarmos e fazermos um balanço das provas!

No final do almoço, houve ainda tempo para conhecermos melhor a UM e ouvirmos falar sobre os plásticos “amigos” e sobre a química do chocolate, enquanto que os responsáveis pelas Olimpíadas corrigiam as provas…

Por volta das 16H, dirigimo-nos novamente para o anfiteatro para sabermos os resultados! Esta era a hora da agitação!

Infelizmente, não ficámos nos 3 primeiros lugares mas, esforçamo-nos e acima de tudo demos o nosso melhor!

Apesar de não termos conseguido estar entre os 3 melhores, valeu a participação que enriqueceu bastante a nossa cultura química.

Para o próximo ano lá estaremos de novo e desta vez para ganhar!!!

Catarina Pinto Silva

8º C

Olimpíadas da Química Júnior

Realizaram-se mais uma vez, as provas de selecção dos alunos que irão participar nas Olimpíadas de Química Júnior no dia 19 de Abril.

Nas Olimpíadas de Química Júnior participam as escolas do distrito de Braga e costumam ser muito concorridas. A nossa escola este ano será representada por seis alunos organizados em duas equipas.

Aqui ficam algumas fotos da prova realizada na escola.